A Clínica de Dor foi fundada na década de oitenta, sob a direção e coordenação do Dr. Geraldo Eugênio Richard Carvalhaes. Com sede própria, durante toda sua existência a Clínica de Dor procura manter sempre uma qualidade em seu atendimento, cujo relacionamento médico-paciente é compreender o sofrimento do paciente tendo como preceito fundamental que o médico dever curar às vezes, aliviar quando possível e consolar sempre. Atualmente dentro de uma visão interdisciplinar, a Clínica de Dor compõe-se de um corpo clínico com diversas especialidades, formadas por profissionais especializados em instituições de ponta e aperfeiçoamento no exterior.

Cumprir as suas finalidades por meio de serviços prestados com superior competência, idoneidade e ética, obtendo como resultado a satisfação dos nossos pacientes e profissionais

Ser uma empresa consciente de seu compromisso para com a saúde e a vida dos outros. Apresenta conduta pautada pelos valores humanos e cristãos, incentivando sempre a atuação eficiente de seus funcionários e colaboradores, de forma a dedicar aos seus paciente a melhor das atenções.

A Clínica de Dor tem por objetivo, atender, cuidar e tratar dos pacientes portadores de dores crônicas até há pouco tempo ditas “intratáveis”, lançando mão de modernas técnicas e conceitos.Temos como preceito base que não devemos simplesmente tratar a dor de nossos pacientes, devemos sim, tratar a pessoa humana que nos procura sentindo dor.Dessa forma, acreditamos que o mais importante "é conhecer o homem que está doente; que a doença que o homem tem” e, para o tratamento, saber que o melhor remédio ainda é o amor, o carinho, a compreensão e a fé.

Clínica de Dor

“O homem não nasceu para sentir dor, nem para o sofrimento. Nascemos para viver no paraíso. Alguns acreditam que o sofrimento humano é uma conseqüência do pecado de nossos ancestrais Adão e Eva. Que a dor e o sofrimento são conseqüências do envelhecimento e desgaste do viver. O homem é portador de uma ansiedade ontológica, que o leva sempre a querer mais. E, na busca por mais, o homem se desgasta física e emocionalmente, permitindo o aparecimento das doenças e dos sofrimentos. A clínica de dor tem por objetivo, minorar o sofrimento dos portadores de dores crônicas".

O que é clinica de dor
Tipos de dor
Diagnóstico da dor
O que é dor
Clínica de Dor - Rua Bernardo Guimarães, 2746 - Lourdes - Belo Horizonte - MG - 31-3337-3516 - Horário de Atendimento - Dias úteis, das 8h00 às 19h00

A primeira Clínica de Dor iniciou-se no meio da década de quarenta, com um Anestesiologista, o Dr. John Bonica, com intuito de tratar os mutilados da Segunda Guerra Mundial, portadores de dores até então ditas “intratáveis”. Desde então, vem crescendo, no mundo cientifico, o interesse por essa modalidade clínica e pelos pacientes portadores de dores crônicas. Muito tem sido pesquisado e, hoje, podemos dizer que estes pacientes são portadores não de dores “intratáveis”, mas sim, “incoercíveis”. Temos conseguido mudar conceitos e abordagens terapêuticas, mudando mesmo, paradigmas. Porém, muito ainda deve ser feito, principalmente em nosso meio. O clínico de dor é um especialista com visão holística do homem. Procura tratar o paciente com dor e não somente a dor do paciente. Para isso, utiliza técnicas especializadas como prescrições de medicamentos e terapia de suporte, bloqueios anestésicos seletivos, bloqueios neurolíticos, implantação de cateters, infiltrações de diversas medicações, de acordo com o quadro clínico do paciente.

Dor Aguda: a dor que aparece de repente é uma dor que pode perdurar até seis meses. É uma dor útil, que quando diagnosticado o seu significado e tratada ela passa.

Dor Crônica: consideramos dor crônica aquela que existe há mais de seis meses. Se essa dor tem um diagnóstico, uma causa bem definida, ou seja, uma lesão orgânica, uma lesão tecidual, é considerada uma dor maligna. Não importa que tipo de doença, se câncer ou outro tipo qualquer, como esclerose múltipla, ou artrite reumatóide, a dor crônica leva a pessoa a padecer de um sofrimento intenso e inútil. A dor crônica, às vezes, não tem uma causa diagnosticada apesar de todos os exames complementares.

Dor Benigna: dor aguda que alerta o paciente quando algo vai mal em seu organismo. Tem a finalidade de proteger o organismo.

Dor Maligna: dor crônica de qualquer natureza. Perde sua capacidade de proteção, causando na pessoa que a sente, uma sensação de incapacidade, inutilidade, angústia e depressão, levando às vezes ao auto-extermínio.

Dor Útil: cólica renal – apendicite – colite – gota.

Dor inútil: câncer – artrite – artrose – enxaqueca – neurites.

Dor indispensável: angina

Sofrimento: é diferente de dor e aparece com mais realce, na dor crônica. Com sofrimento, queremos dizer os sentimentos e emoções desprazerosos, em grau elevado que aumentam a dor, como a desesperança, a mágoa, a depressão, a angústia, a raiva, a agressividade, a baixa auto-estima, a solidão.

Todos estes tipos de dor variam muito de intensidade, de pessoa para pessoa, em função de uma série de fatores, aumentando-a ou diminuindo-a, o que faz com que certas pessoas sintam mais dores que outras.

Principais dores:

O trabalho do médico em relação à dor se assemelha ao trabalho de um detetive à procura do verdadeiro criminoso. O processo de diagnóstico de dor pelo profissional da saúde tem como objetivo principal a identificação do (s) agente (s) causa (is), a origem, a intensidade e a influência de fatores psicossociais sobre a dor, visando determinar o método mais adequado para seu tratamento. O diagnóstico da causa da dor é feito através do histórico (ou Anamnese), pelo exame clínico e pelos exames complementares. O médico procura também obter informações sobre os medicamentos e outras terapias previamente utilizados pelo paciente e seus resultados.

A dor é o principal motivo que leva as pessoas a procurarem um médico. Não há quem não tenha sofrido uma dor ao longo da vida, pois, assim como a morte, a dor faz parte intrínseca da vida. A dor não é apenas uma sensação física incômoda, que nos faz sofrer, mas, sobretudo, um sinal, um alarme, um aviso de que algo não está bem em nosso corpo. As pessoas parecem sentir dor de modo diferente e a sensação de dor parece estar intimamente relacionada com o estado de espírito, estado de ânimo e / ou interesse da pessoa em uma determinada situação. A expressão da dor varia não somente de um indivíduo para outro mas, também, de acordo com as diferentes culturas. A ocorrência de dor é crescente, talvez em decorrência de novos hábitos de vida, maior longevidade do indivíduo, prolongamento de sobrevida dos doentes com afecções clínicas naturalmente fatais e modificações do ambiente em que vivemos. Além de gerar estresses físicos e emocionais para os doentes e para os seus cuidadores, a dor é razão de fardo econômico e social. Para a psicologia, pode ser interpretada ainda como “um pedido de ajuda”. A compreensão da dor e do sofrimento tem proporcionado à medicina a integração entre a emoção, a razão e o corpo. Centenas de drogas têm sido utilizadas, nos últimos anos, para melhorar o sofrimento humano, proporcionando ao clínico de dor um arsenal terapêutico consubstancial.